Capítulo Nove
Rosalie não estava aguentando mais olhar para as paredes com cores brancas e amarelas da sala de visitas do psiquiatra, o doutor Derek, aquelas paredes a estavam deixando um tanto horrorizada por tão mal gosto de cores, Emmett estava sentado do lado dela mexendo no celular, provavelmente conversando sobre o carburador de um carro que Edward estava tentando concertar na oficina enquanto ele estava preso aqui, nesta sala de visita com essas paredes horriveis, esperando sua esposa ser chamada de louca pelo psquiatra. Ela não entendia o porque de Emmett achar tão absurdo o seu plano de ter um bebê em sigilo, ela quer um filho, ele também, então porque não tê-lo?Nem que seja as escondidas de todos?O que ninguém sabe, ninguém comenta, certo?
Anne a secretária de Derek, saiu de seu consultório acompanhada de uma mulher, as duas foram até o balcão da recepção e conversaram por alguns instantes, assim que a mulher pagou e saiu, Anne anotou algo em um caderno e olhou para o casal Cullen com um sorriso dócil.
-Senhor e senhora Cullen, podem entrar. -Disse simpática, Rose pegou sua bolsa com brutalidade e seguiu o caminho até o consultório, com Emmett é claro, em seu encalço.
Derek Dempsey é um homem de quarenta anos de idade, cabelos negros com alguns fios em grisalho, olhos azuis como o céu e com barba por fazer, ele era um amigo de longa data do pai de Emmett, Carlisle, os dois tinham se formado juntos em Harvard e passou a atender em convênios por Forks quando Carlisle assumiu a direção do hospital particular de Forks.
-Senhora Cullen, eu recebi seu prontuário da doutora Angelina, e do doutor Patrick. -Derek diz olhando a pasta de Rose. -Sei que não sou seu primeiro psiquiatra, mas quero que saiba que farei o possivel para lhe ajudar seja lá pelo que estiver passando.-Ele fecha a pasta a fitando finalmente e dá um breve sorriso.-Por onde quer começar?-Rose cruza os braços em frente ao peito, se recusara a falar, não era louca, apenas quer ter seu filho em sigilo e isso nem se quer é crime. Emmett percebe que sua esposa não vai falar e então se vê obrigado a ele começar.
-Rosalie descobriu que não pode ter filhos, e isso a deixou instável psicologicamente, com ideias um tanto estranhas.
-Ideias estranhas?Quais por exemplo?
-Querer uma barriga solidária.
-Barriga solidária?
-Sim, alguém de confiança que gerasse nosso filho fora do país e ficasse em segredo, eu sinto que ela esta muito obcecada com essa história de bebê e isso me preocupa.
-Rose?-Derek encara a loira a espera de que ela se junte ao diálogo, mas ela parece relutante demais para fazê-lo. -Rose, porque não a adoção?Ou então uma barriga de aluguel?
-Esse assunto cabe a Emmett e a mim doutor, só vim aqui porque isso o deixaria mais tranquilo, mas posso garantir que estou perfeitamente bem em relação ao meu psicologico.-Derek olha para Emmett, e anota algo na pasta de Rose.
-E então?Como se sente? -Pergunta Lenny, o ortopedista de Carol, ele avalia a perna dela atentamente enquanto ela tenta mexer os dedos do pé.-Dói?
-Não, na verdade eu sinto um grande alivio. -Ela sorri de lado assentindo.
-Seu acompanhamento a fisio será todas terças, quartas e quintas, marque os horarios melhores para você, te espero daqui duas semanas, para ver o desenvolvimento,se sentir dores muito intensas eu sugiro que tome um comprimido apenas, de Tramal, é um remédio rápido e eficiente, instantaneamente diminuirá suas dores, se você estiver andando e sentir dor também é importante que você sente ou deite em algum lugar, afinal o seu osso ainda está em recuperação, eu estou te passando uma receita com todos os remédios, fora o Tramal, para você tomar, dois são para a calcificação dos ossos, dois para dores, e mais alguns para inchaço, se você sentir uma dor muito forte ou que não passa ha dias venha imediatamente para cá e no caso de inchar, a mesma coisa, se você ver que não melhora nem mesmo com longos repousos venha para cá o mais rápido que puder.-Carol assenti pegando a receita
-Obrigada doutor.
As meninas saem do consultório mais tranquilas, Carol agora andava de muletas até sua perna conseguir se firma bem ao chão, assim que saíram do Hospital Community Forks, seguiriam para a farmácia prontas para comprarem os remédios que não conseguiram de graça.Era indescritível o alivio que Carol estara sentindo agora, sem aquele gesso em sua perna a incomodando constantemente e sem coceiras impossiveis de serem coçadas.
-Recebi um convite para o beisebol. -Comenta Leticia casualmente, ela e Carol aguardam o atendente Sam, pegar os medicamentos que faltam, a amiga a fita.
-De quem?
-De um garoto que eu conheci na estação de ônibus, nos reencontramos enquanto eu trabalhava de "garçom" no evento de 100 anos de Forks. -Carol a olha de forma maliciosa. -Não me olhe desse jeito, acho que ele apenas estava sendo gentil.
-Ou arrumando uma desculpa para te ver de novo.
-De qualquer forma, fiquei de chamá-lo para pedir os convites, mas eu nem sei se irei de fato.
-E porque não iria?
-Sei lá,quando eu o vi naquela festa, ele de traje a rigor caro e tudo mais, envolvido em um grupo de ricos me senti prepotente, tenho medo disso, ele é claramente é da classe alta, tá ai um romance que não seria bem visto, principalmente se os pais dele forem aqueles riquinhos babacas.
-Você está sendo ridicula, roupa não define carater, se ele te convidou é claramente porque quer te ver de novo, você irá nesse jogo de beisebol, pare de ser besta!E quem liga para o que os pais dele forem?É com ele que você irá ter um lance e não com os pais dele, precisa aprender a se soltar mais Le.
-Certo, mas você acha que pega mal eu levar você e a Bia? -Carol olha para o lado.
-Bem ele não disse que chamou só você?Então eu acredito que pega mal sim.
-Ah eu não queria ir sozinha, a unica vez que entrei no Olympic park foi para trabalhar e ainda nem foi na area de esportes e sim na area de eventos.
-Apenas relaxe Le, converse com ele, pesquise no google maps e crie confiança. -Carol sorri encoranjando a amiga.-Vai dar tudo certo.
-Seus remédio deram 100 dólares. -Sam o atendente diz colocando uma sacola em cima do balcão, cada uma pega 50 de sua carteira e pagam.
Beatriz entrou na True Value Hardware com um tanto de receio, segurou com mais força o currículo em sua mão, a loja tinha a mesma decoração que a True Value de reformas, se antes ela tinha dúvidas se eram o mesmo dono agora a possibilidade das lojas pertencerem a pessoas diferentes se esvairam. O som do sininho soou pelo local, e então três rapazes surgiram no balcão, eles tinham as fisionomias extremamente parecidas, mas seus rostos eram um tanto diferentes, se não fossem irmãos provavelmente seriam da mesma familia. O mais alto dele franziu a testa ao ver a menina.
-Olá, no que posso ajudá-la? -Seu timbre de voz era baixo. ou seja era timbre bem escuro e potente.Bia engoliu em seco se sentindo intimidada pela forma curiosa que os rapazes a fitavam.
-Eu sou Beatriz, cheguei na cidade há algum tempo, estou a procura de emprego e vim deixar um curriculo. -Diz timida, o rapaz estica o braço indicando para que ela dê o curriculo a ele.
Anne a secretária de Derek, saiu de seu consultório acompanhada de uma mulher, as duas foram até o balcão da recepção e conversaram por alguns instantes, assim que a mulher pagou e saiu, Anne anotou algo em um caderno e olhou para o casal Cullen com um sorriso dócil.
-Senhor e senhora Cullen, podem entrar. -Disse simpática, Rose pegou sua bolsa com brutalidade e seguiu o caminho até o consultório, com Emmett é claro, em seu encalço.
Derek Dempsey é um homem de quarenta anos de idade, cabelos negros com alguns fios em grisalho, olhos azuis como o céu e com barba por fazer, ele era um amigo de longa data do pai de Emmett, Carlisle, os dois tinham se formado juntos em Harvard e passou a atender em convênios por Forks quando Carlisle assumiu a direção do hospital particular de Forks.
-Senhora Cullen, eu recebi seu prontuário da doutora Angelina, e do doutor Patrick. -Derek diz olhando a pasta de Rose. -Sei que não sou seu primeiro psiquiatra, mas quero que saiba que farei o possivel para lhe ajudar seja lá pelo que estiver passando.-Ele fecha a pasta a fitando finalmente e dá um breve sorriso.-Por onde quer começar?-Rose cruza os braços em frente ao peito, se recusara a falar, não era louca, apenas quer ter seu filho em sigilo e isso nem se quer é crime. Emmett percebe que sua esposa não vai falar e então se vê obrigado a ele começar.
-Rosalie descobriu que não pode ter filhos, e isso a deixou instável psicologicamente, com ideias um tanto estranhas.
-Ideias estranhas?Quais por exemplo?
-Querer uma barriga solidária.
-Barriga solidária?
-Sim, alguém de confiança que gerasse nosso filho fora do país e ficasse em segredo, eu sinto que ela esta muito obcecada com essa história de bebê e isso me preocupa.
-Rose?-Derek encara a loira a espera de que ela se junte ao diálogo, mas ela parece relutante demais para fazê-lo. -Rose, porque não a adoção?Ou então uma barriga de aluguel?
-Esse assunto cabe a Emmett e a mim doutor, só vim aqui porque isso o deixaria mais tranquilo, mas posso garantir que estou perfeitamente bem em relação ao meu psicologico.-Derek olha para Emmett, e anota algo na pasta de Rose.
-E então?Como se sente? -Pergunta Lenny, o ortopedista de Carol, ele avalia a perna dela atentamente enquanto ela tenta mexer os dedos do pé.-Dói?
-Não, na verdade eu sinto um grande alivio. -Ela sorri de lado assentindo.
-Seu acompanhamento a fisio será todas terças, quartas e quintas, marque os horarios melhores para você, te espero daqui duas semanas, para ver o desenvolvimento,se sentir dores muito intensas eu sugiro que tome um comprimido apenas, de Tramal, é um remédio rápido e eficiente, instantaneamente diminuirá suas dores, se você estiver andando e sentir dor também é importante que você sente ou deite em algum lugar, afinal o seu osso ainda está em recuperação, eu estou te passando uma receita com todos os remédios, fora o Tramal, para você tomar, dois são para a calcificação dos ossos, dois para dores, e mais alguns para inchaço, se você sentir uma dor muito forte ou que não passa ha dias venha imediatamente para cá e no caso de inchar, a mesma coisa, se você ver que não melhora nem mesmo com longos repousos venha para cá o mais rápido que puder.-Carol assenti pegando a receita
-Obrigada doutor.
As meninas saem do consultório mais tranquilas, Carol agora andava de muletas até sua perna conseguir se firma bem ao chão, assim que saíram do Hospital Community Forks, seguiriam para a farmácia prontas para comprarem os remédios que não conseguiram de graça.Era indescritível o alivio que Carol estara sentindo agora, sem aquele gesso em sua perna a incomodando constantemente e sem coceiras impossiveis de serem coçadas.
-Recebi um convite para o beisebol. -Comenta Leticia casualmente, ela e Carol aguardam o atendente Sam, pegar os medicamentos que faltam, a amiga a fita.
-De quem?
-De um garoto que eu conheci na estação de ônibus, nos reencontramos enquanto eu trabalhava de "garçom" no evento de 100 anos de Forks. -Carol a olha de forma maliciosa. -Não me olhe desse jeito, acho que ele apenas estava sendo gentil.
-Ou arrumando uma desculpa para te ver de novo.
-De qualquer forma, fiquei de chamá-lo para pedir os convites, mas eu nem sei se irei de fato.
-E porque não iria?
-Sei lá,quando eu o vi naquela festa, ele de traje a rigor caro e tudo mais, envolvido em um grupo de ricos me senti prepotente, tenho medo disso, ele é claramente é da classe alta, tá ai um romance que não seria bem visto, principalmente se os pais dele forem aqueles riquinhos babacas.
-Você está sendo ridicula, roupa não define carater, se ele te convidou é claramente porque quer te ver de novo, você irá nesse jogo de beisebol, pare de ser besta!E quem liga para o que os pais dele forem?É com ele que você irá ter um lance e não com os pais dele, precisa aprender a se soltar mais Le.
-Certo, mas você acha que pega mal eu levar você e a Bia? -Carol olha para o lado.
-Bem ele não disse que chamou só você?Então eu acredito que pega mal sim.
-Ah eu não queria ir sozinha, a unica vez que entrei no Olympic park foi para trabalhar e ainda nem foi na area de esportes e sim na area de eventos.
-Apenas relaxe Le, converse com ele, pesquise no google maps e crie confiança. -Carol sorri encoranjando a amiga.-Vai dar tudo certo.
-Seus remédio deram 100 dólares. -Sam o atendente diz colocando uma sacola em cima do balcão, cada uma pega 50 de sua carteira e pagam.
Beatriz entrou na True Value Hardware com um tanto de receio, segurou com mais força o currículo em sua mão, a loja tinha a mesma decoração que a True Value de reformas, se antes ela tinha dúvidas se eram o mesmo dono agora a possibilidade das lojas pertencerem a pessoas diferentes se esvairam. O som do sininho soou pelo local, e então três rapazes surgiram no balcão, eles tinham as fisionomias extremamente parecidas, mas seus rostos eram um tanto diferentes, se não fossem irmãos provavelmente seriam da mesma familia. O mais alto dele franziu a testa ao ver a menina.
-Olá, no que posso ajudá-la? -Seu timbre de voz era baixo. ou seja era timbre bem escuro e potente.Bia engoliu em seco se sentindo intimidada pela forma curiosa que os rapazes a fitavam.
-Eu sou Beatriz, cheguei na cidade há algum tempo, estou a procura de emprego e vim deixar um curriculo. -Diz timida, o rapaz estica o braço indicando para que ela dê o curriculo a ele.
-Não sou o dono da loja, mas sou filho dele, prazer sou Jacob. -Jacob possui cabelos curtos, brilhantes e negros. Tem uma pele bonita, e um arredondamento infantil no queixo. seus olhos são de um castanho escuro que mudam para um tom avelã dependendo da luz, provavelmente o rapaz tinha aproximadamente 2 metros de altura ou quase isso, pois era extremamente alto.-Estes aqui são Embry. -Ele aponta para o rapaz a sua direita. -Quil e Paul, meus primos.
Bia observou os rapazes atentamente, todos com cabelos curtos, porém, Paul tinha um topete pequeno para cima, Quil não possuia topete e Embry tinha uma franja para o lado esquerdo.
Embry era delgado, e quase tão alto quanto Jacob. cabelos pretos e sua franja se despedaçava no meio jogada para esquerda, seus olhos eram pretos e ele tinha a linha do rosto triangular. Já Quil é mais baixo que Embry, mas forte e com um sorriso travesso, ele tem uma pinta no canto superior do lado esquerdo dos lábios.
Dos quatro o que mais deixou Bia com medo foi Paul, o rapaz tinha uma feição de poucos amigos e claramente não gostava de estrangeiros, ele observou Bia de forma avaliativa e com um olhar rigido, ele era um pouco mais baixo que Jake, e menos forte que Quil, mas mesmo assim não deixava de parecer assustador, seu rosto era menos triangular que o de Embry e assim como os demais, seus olhos e cabelos eram negros, dentre os quatro com certeza era o menos amigável e isso se concretizou quando ele soltou os dizeres:
-Não estamos contratando, porque pegou o currículo? -Jake o olhou de relance,e ele simplesmente deu de ombros, saiu de trás do balcão e foi para o outro lado da loja.
-Não ligue para Paul, ele apenas está em um mau dia. -Embry diz amigavel, Quil ri.
-Paul sempre tem dias maus se for assim.
-Paul sempre tem dias maus se for assim.
-Com certeza entraremos em contato com você Bia, estamos precisando de alguém para ficar aqui na loja agora que em breve abriremos uma oficina proximo a reserva indigena em La Push. -Jake fala olhando para o curriculo. -Quanto mais pessoas para trabalhar melhor, mas como eu disse, eu não sou o dono da loja e sim meu pai, Billy Black, ele que entrará em contato com você, para fazer uma entrevista e contratá-la. -ele dá um meio sorriso.

-Tudo bem então, obrigada de qualquer forma.
-Você já foi a La Push? -Embry diz antes que ela se virasse pronta para ir embora.
-La Push?Não sei nem onde fica, é muito longe? -Os rapazes riem parecendo que ela tinha feito uma especie de piada, talvez tenha, uma piada interna quem sabe?
-Não exatamente, é a costa de Forks, uma praia reservada para o nosso povo, é bem bonita.
-Permitem estrangeiros?
-Dependendo do dia sim. -Jake responde, dessa vez ela a fita.
-Interessante, talvez eu vá um dia.
-Se for nos avise. -Pisca Embry.
-Tudo bem então, obrigada de qualquer forma rapazes. -ela faz um breve aceno e se vira para ir embora da loja, mas ainda assim consegue ouvir os murmúrios dos rapazes.
-Vamos convencer o velho Billy a contratá-la.-Diz Quil.
-Eu gostei dela, estrangeiras são novidades por Forks, Jake convença seu pai. -Insiste Embry.
-Vocês querem calar a boca?Também gostei dela, mas quem tem que avaliá-la para ficar na loja é meu pai e não nós.
-Também se ele deixasse vocês avaliarem quem contrata, essa loja estaria repleta de mulheres ou prostitutas. -Vociferou Paul, os rapazes se calaram e observaram Bia partir.
-Eu consegui uma entrevista de emprego! -Leticia exclama correndo com o notebook até a mesa da cozinha, Bia fazia as unhas e Carol lia "Assassin´s Creed -Renascença", as duas arregalaram os olhos com o susto que tomaram ao ouvirem os gritos de Leticia.
-Onde?Quando? -Carol diz assustada.
-Em Port Angeles, amanhã à tarde às 14 horas, é em uma boutique de grifes!
-Às coisas finalmente estão melhorando para nós, não aguentava mais ficar fazendo bicos diferentes em cada dia da semana, é muito puxado você não ter exatamente uma rotina. -Bia comenta enrolando o algodão no palito.
-Agora sem a perna engessada eu poderei voltar a ativa com minhas entregas de curriculos também.
-Vamos conseguir não usar o dinheiro reserva que juntamos em situações vermelhas como a que passamos em Seattle.
-Nem me lembre de Seattle, aquela cidade era o meu sonho e deixá-la foi extremamente triste. -Bia joga o palito dentro do pote de acetona.
-Iremos voltar um dia para lá, lembra do que combinamos?Ainda há esperança com as bolsas, e nós já fizemos o curso preparatório para a universidade. -Carol fala olhando a amiga.
-Só 50% da bolsa já ajudaria demais. -Le fala sonhadora. -Mas mesmo assim ainda teremos que ralar muito, viemos praticamente quebradas de Seattle, precisamos nos estabilizar de novo e depois voltarmos para tentar um faculdade por lá.
-É a nossa melhor opção de qualquer forma.-Carol dá de ombros. -Le você conversou com o cara da festa? -Bia que estava limpando a unha para imediatamente e encara a amiga.
-Cara da festa?Que cara da festa? -Carol olha para Leticia e a amiga senta na cadeira entre as duas.
-Eu reencontrei um cara que eu tinha conhecido na estação de ônibus uma vez, ele estava na festa de Forks, conversamos e ele me chamou para assistir o jogo de beisebol que ele irá jogar esse final de semana.
-E ai?Quando você vai?
-Eu não...Eu não chamei ele.
-O que? Por que?
-Estou em dúvida, eu nem o conheço direito!Nos reencontramos por acaso e ele já marcou um encontro?Isso é estranho
-Em que planeta você vive? -Carol exclama olhando estranho para amiga. -No Brasil era muito pior, os caras chegavam no "excuse me novinha" e já tascava um beijo!O garoto ai até que tá sendo bem conservador.
-Concordo com ela, sem contar que se ele te chamou é por que claramente ele quer te ver de novo, cadê seu celular?
-Na sala por que? -Bia troca olhares cúmplices com Carol, a menina segura Leticia enquanto Bia salta da cadeira e corre para sala. -O que vocês vão fazer?-Bia volta em instantes com o celular da amiga em mãos, ela começa a mexer nele. -Para que tanto numero no whatsapp Leticia?-Diz irônica.
-Por que somos só nós três sobrevivendo nos E.U.A?
-Opa!Vamos lá, será que é Jordan ou Shawn? São os únicos que estão sem foto aqui...Leticia?
-Não vou dizer.
-Então vamos por ordem alfabética!Liguemos para o Jordan e...-Le arregala os olhos boquiaberta.

-É Shawn, é Shawn! -Bia sorri maliciosa e seleciona o contato ligando para ele, ao terceiro toque, Shawn atende.
-Alô? -Bia entrega o celular nas mãos de Leticia que entre em desespero.
-Fala com ele. -Sussurra Carol.
-Alôôô?
-Shawn?É a Leticia
-Leticia?Oi eu pensei que você nao iria me ligar ou que tinha perdiido meu número.
-Nao eu só....Estava criando coragem.
-Criando coragem?
-Sim.
-Entao você tomou coragem finalmente, fico feliz, pois apesar de eu ter passado meu número, você não me passou o seu.
-Foi tudo tao rapido, desculpe por isso.
-Imagina, entao, você vai ao jogo no sabado?
-Sobre isso eu....Eu não sei onde é, você poderia me mandar o convite?
-Claro, vai só você?Você pode levar as suas amigas se quiser, se sabe, para nao ficar sozinha por lá, ai você e elas ficam junto com alguns amigos meus. -Le olha em dúvida para as meninas, elas assentem.
-Seria uma boa.
-Te mandarei os ingressos por e-mail, basta você imprimir e apresentar na portaria.
-Tudo bem então, eu te mando um convite por e-mail.
-Ah sim!Verdade eu tinha te passado ele na festa, tambem estava criando coragem para me mandar o convite?
-Digamos que sim. -Ele ri nasalado
-Não precisa criar coragem, basta mandar, se eu te passei é porque claramente queria que me chamasse, nao pense que só os homens tem que fazer o convite.
-Aprendendo com Shawn. -Ambos riem
-Nos vemos sabado
-Nos vemos sabado Shawn.
Ao desligar o telefone, as meninas se entreolharam surtando, e a partir dali elas estariam contando os dias para aquele jogo.
-Shawn?É a Leticia
-Leticia?Oi eu pensei que você nao iria me ligar ou que tinha perdiido meu número.
-Nao eu só....Estava criando coragem.
-Criando coragem?
-Sim.
-Entao você tomou coragem finalmente, fico feliz, pois apesar de eu ter passado meu número, você não me passou o seu.
-Foi tudo tao rapido, desculpe por isso.
-Imagina, entao, você vai ao jogo no sabado?
-Sobre isso eu....Eu não sei onde é, você poderia me mandar o convite?
-Claro, vai só você?Você pode levar as suas amigas se quiser, se sabe, para nao ficar sozinha por lá, ai você e elas ficam junto com alguns amigos meus. -Le olha em dúvida para as meninas, elas assentem.
-Seria uma boa.
-Te mandarei os ingressos por e-mail, basta você imprimir e apresentar na portaria.
-Tudo bem então, eu te mando um convite por e-mail.
-Ah sim!Verdade eu tinha te passado ele na festa, tambem estava criando coragem para me mandar o convite?
-Digamos que sim. -Ele ri nasalado
-Não precisa criar coragem, basta mandar, se eu te passei é porque claramente queria que me chamasse, nao pense que só os homens tem que fazer o convite.
-Aprendendo com Shawn. -Ambos riem
-Nos vemos sabado
-Nos vemos sabado Shawn.
Ao desligar o telefone, as meninas se entreolharam surtando, e a partir dali elas estariam contando os dias para aquele jogo.


Comentários
Postar um comentário