Capítulo Três
-Eu nunca mais irei beber. -Bia comenta com uma bolsa de gelo sobre a testa
-Isso é conversa de alcoólatra. -Carol diz vindo com um suco e uma aspirina, ela os deixa sobre o criado-mudo. -Mas é bom para você aprender a maneirar e tentar parar de ganhar drinques de graça sua bêbada.
-Ah Carolina você realmente vai começar a discutir comigo, às 8 horas da manhã?
-Mas é claro que vou, eu tenho uma entrevista hoje e até agora eu estou sentindo o cheiro do seu vômito!
-Carol, deixa ela paz, a enxaqueca que ela deve tá sentindo agora já vale todo o sofrimento que passamos durante essa madrugada. -Le diz entrando no quarto. -Você não está atrasada para a sua entrevista?
-Estou. -Ela murmura se levantando. -Eu vou tentar dar um jeito de esconder essas minhas olheiras e trazer um pouco de cor para o meu rosto, estou parecendo uma morta. -Carol vai saindo do quarto.
-Eu irei procurar emprego também, você ficará bem aqui sozinha? -Le diz sentando-se no final da cama enquanto observava a amiga, mas Bia não percebeu, pois estava de olhos fechados, ela estava tão mal que apenas ergueu o polegar. -Vou deixar uma sopa feita para você, na panela em cima do fogão, quando se sentir melhor basta esquentar e comer, acho que vai ajudar, tem mais duas bolsas de gelo no freezer, e se sentir mais dores de cabeça as aspirinas mudaram de lugar e agora se encontram na segunda gaveta do armarinho do banheiro está bem?Eu não tenho hora para voltar e acho que a Carol também não, então cuide-se.
-Tudo bem. -Ela murmura.
Leticia olhou com pena para a amiga e então saiu do quarto, com o efeito do remédio Bia logo dormiu e se quer ouviu as meninas saírem.
Já era mais das 16 horas da tarde, Carolina tinha acabado de sair da sua ultima entrevista de emprego naquele dia, seus curriculos tinham acabado e logo era teria de voltar para a casa,mas antes resolveu dar uma volta pela cidade, por que até então pouco conhecia, desceu na C street seguindo na direção da Spartan Avenue, segundo suas ultimas pesquisas no Google, tinha uma loja de discos por lá chamada "The Cookie Collector", tinha grandes renomações e talvez seria uma boa ver os cd´s, discos, biografias das bandas e cantores, fitas, toca fitas, instrumentos musicais e tudo aquilo que o Google garantia que ali teria, desde que saira de Seattle, Carol estava louca para encontrar uma loja como a The Cookie, lojas como aquela são raras e quando encontradas são como um verdadeiro paraíso, ou melhor, seu paraíso.
Segundo o Google maps, a loja se encontrava logo após a Forks High School, atravessou a rua já avistando um enorme disco preto com o nome da loja, adentrou ali, realzada, observando todos os cd´s e discos possiveis, e procurando até por um em especifico da banda "The Clash -London Calling", em Seattle ela não o encontrou, mas quem sabe agora em Forks ela tivera sorte?
O lugar era todo pintado em vermelho vinho e branco, tinham todas as seções, desde de disco a cd´s, ela rapidamente foi para o fundo da loja já avaliando os Cd´s que tinham, The Smiths, Pan!c at the disco,The Killers,mas nada do The Clash, olhando até a parte de cima das prateleiras, ela finalmente encontrou o cd, mas a altura não era lá tão favoravel, atrás dela olhando a outra prateleira tinha um cara alto e loiro, e ela até pensou em pedir sua ajuda, mas estava muito envergonhada para fazê-lo e então se virou para a prateleira a sua frente e pulou para tentar alcançar o Cd, ela só não contava que a prateleira do meio não estava presa como as outras:
Todos os Cd´s da prateleira do meio foram ao chão, a prateleira só não foi junto, pois o rapaz que estava atrás de Carol foi agil o bastante para segurá-la.
-Ai meu Deus! -Ela diz assustada. -E agora?Você se machucou?Me desculpa eu...-O rapaz olha para ela de forma estranha.
-Por que não pediu ajuda para pegar o Cd, vendo claramente que você não tinha altura o suficiente para fazê-lo?
-Eu até tinha pensado nisso, mas a vergonha falou mais alto.
-E o preço também.
-Eu vou pagar e recolher tudo.
-Eu ajudo você.
Os dois se abaixaram recolhendo os cds, para a sorte de Carol a grande maioria não tinha sido quebrada ao organizar os cd´s de novo em seus lugares, o rapaz ficou fitando Carol de forma curiosa.
-O que?
-Você não tem cara de que é daqui. -Ele comenta a avaliando.
-E eu não sou, me mudei recentemente para cá junto com minhas amigas.
-O que veio fazer no fim do mundo? -Ele franze a testa.
-Foi a melhor opção para o momento, eu e minhas amigas estavamos sem estabilidade financeira em Seattle. -o rapaz assentiu. -E então nos mudamos para cá onde o aluguel é mais barato e temos mais chances de sobreviver.
-Interessante.
Carol fita os quatro cd´s quebrados na sua mão, fora o de The clash, que ela teria que deixar para trás, pois não teria grana o suficiente para comprá-lo, ela coloca o cd de volta na prateleira e o cara a encara.
-Não vai levar?
-Eu já vou gastar mais de 150 dólares por conta desses quatro cd´s quebrados, não tenho dinheiro o suficiente para levar o The clash. -O rapaz olha para a prateleira e pega o cd o entregando a ela.
-Pode levar vai, eu já sai ganhando com esses 150 dólares mesmo.
-Como assim?
-Meu pai é o dono da loja. -Carol arregala os olhos.
-Oh meu Deus!Isso é sério?
-Sim.
-Obrigada! -Ela exclama feliz e o abraça.-Muito obrigada mesmo.
-Tanto faz. -Ele dá ombros e se vira.
-Ei! -Ele olha para trás.-Precisa fixar melhor essas prateleiras.
-E você precisa aprender a pedir ajuda, ou crescer mais quem sabe.-Ele sorri para ela e Carol fica timida
-Isso é conversa de alcoólatra. -Carol diz vindo com um suco e uma aspirina, ela os deixa sobre o criado-mudo. -Mas é bom para você aprender a maneirar e tentar parar de ganhar drinques de graça sua bêbada.
-Ah Carolina você realmente vai começar a discutir comigo, às 8 horas da manhã?
-Mas é claro que vou, eu tenho uma entrevista hoje e até agora eu estou sentindo o cheiro do seu vômito!
-Carol, deixa ela paz, a enxaqueca que ela deve tá sentindo agora já vale todo o sofrimento que passamos durante essa madrugada. -Le diz entrando no quarto. -Você não está atrasada para a sua entrevista?
-Estou. -Ela murmura se levantando. -Eu vou tentar dar um jeito de esconder essas minhas olheiras e trazer um pouco de cor para o meu rosto, estou parecendo uma morta. -Carol vai saindo do quarto.
-Eu irei procurar emprego também, você ficará bem aqui sozinha? -Le diz sentando-se no final da cama enquanto observava a amiga, mas Bia não percebeu, pois estava de olhos fechados, ela estava tão mal que apenas ergueu o polegar. -Vou deixar uma sopa feita para você, na panela em cima do fogão, quando se sentir melhor basta esquentar e comer, acho que vai ajudar, tem mais duas bolsas de gelo no freezer, e se sentir mais dores de cabeça as aspirinas mudaram de lugar e agora se encontram na segunda gaveta do armarinho do banheiro está bem?Eu não tenho hora para voltar e acho que a Carol também não, então cuide-se.
-Tudo bem. -Ela murmura.
Leticia olhou com pena para a amiga e então saiu do quarto, com o efeito do remédio Bia logo dormiu e se quer ouviu as meninas saírem.
Já era mais das 16 horas da tarde, Carolina tinha acabado de sair da sua ultima entrevista de emprego naquele dia, seus curriculos tinham acabado e logo era teria de voltar para a casa,mas antes resolveu dar uma volta pela cidade, por que até então pouco conhecia, desceu na C street seguindo na direção da Spartan Avenue, segundo suas ultimas pesquisas no Google, tinha uma loja de discos por lá chamada "The Cookie Collector", tinha grandes renomações e talvez seria uma boa ver os cd´s, discos, biografias das bandas e cantores, fitas, toca fitas, instrumentos musicais e tudo aquilo que o Google garantia que ali teria, desde que saira de Seattle, Carol estava louca para encontrar uma loja como a The Cookie, lojas como aquela são raras e quando encontradas são como um verdadeiro paraíso, ou melhor, seu paraíso.
Segundo o Google maps, a loja se encontrava logo após a Forks High School, atravessou a rua já avistando um enorme disco preto com o nome da loja, adentrou ali, realzada, observando todos os cd´s e discos possiveis, e procurando até por um em especifico da banda "The Clash -London Calling", em Seattle ela não o encontrou, mas quem sabe agora em Forks ela tivera sorte?
O lugar era todo pintado em vermelho vinho e branco, tinham todas as seções, desde de disco a cd´s, ela rapidamente foi para o fundo da loja já avaliando os Cd´s que tinham, The Smiths, Pan!c at the disco,The Killers,mas nada do The Clash, olhando até a parte de cima das prateleiras, ela finalmente encontrou o cd, mas a altura não era lá tão favoravel, atrás dela olhando a outra prateleira tinha um cara alto e loiro, e ela até pensou em pedir sua ajuda, mas estava muito envergonhada para fazê-lo e então se virou para a prateleira a sua frente e pulou para tentar alcançar o Cd, ela só não contava que a prateleira do meio não estava presa como as outras:

-Ai meu Deus! -Ela diz assustada. -E agora?Você se machucou?Me desculpa eu...-O rapaz olha para ela de forma estranha.
-Por que não pediu ajuda para pegar o Cd, vendo claramente que você não tinha altura o suficiente para fazê-lo?
-Eu até tinha pensado nisso, mas a vergonha falou mais alto.
-E o preço também.
-Eu vou pagar e recolher tudo.
-Eu ajudo você.
Os dois se abaixaram recolhendo os cds, para a sorte de Carol a grande maioria não tinha sido quebrada ao organizar os cd´s de novo em seus lugares, o rapaz ficou fitando Carol de forma curiosa.
-O que?
-Você não tem cara de que é daqui. -Ele comenta a avaliando.
-E eu não sou, me mudei recentemente para cá junto com minhas amigas.
-O que veio fazer no fim do mundo? -Ele franze a testa.
-Foi a melhor opção para o momento, eu e minhas amigas estavamos sem estabilidade financeira em Seattle. -o rapaz assentiu. -E então nos mudamos para cá onde o aluguel é mais barato e temos mais chances de sobreviver.
-Interessante.
Carol fita os quatro cd´s quebrados na sua mão, fora o de The clash, que ela teria que deixar para trás, pois não teria grana o suficiente para comprá-lo, ela coloca o cd de volta na prateleira e o cara a encara.
-Não vai levar?
-Eu já vou gastar mais de 150 dólares por conta desses quatro cd´s quebrados, não tenho dinheiro o suficiente para levar o The clash. -O rapaz olha para a prateleira e pega o cd o entregando a ela.
-Pode levar vai, eu já sai ganhando com esses 150 dólares mesmo.
-Como assim?
-Meu pai é o dono da loja. -Carol arregala os olhos.
-Oh meu Deus!Isso é sério?
-Sim.
-Obrigada! -Ela exclama feliz e o abraça.-Muito obrigada mesmo.
-Tanto faz. -Ele dá ombros e se vira.
-Ei! -Ele olha para trás.-Precisa fixar melhor essas prateleiras.
-E você precisa aprender a pedir ajuda, ou crescer mais quem sabe.-Ele sorri para ela e Carol fica timida
(mais um gif que eu fiz)
Leticia se encontrava na Tillicum Park, uma das principais estações de ônibus de Forks, a espera de seu ônibus, a estação era bem arborizada e os banquinhos de espera se encontravam na grama e com duas arvores de cada lado para fazer sombra, era um lugar bem calmo e lindo, ela estava sentada no banquinho observando um esquilo que se encontrava a uma distancia razoavel dela, só tinha ela no banco e um silêncio incrivelmente bom, até ela escutar ao fundo um violão e alguém cantando, a curiosidade falou mais alto e então ela se levantou seguindo o som, bem ao fundo da estação tinha um rapaz sentado em outro banco, ele segurava um violão e cantava ao mesmo tempo que tocava, ele tinha uma pequena platéia de pessoas o observando, o rapaz era bom:
(pode infartar lele)
Ela ficou encantada por sua voz, e pela forma suave e natural com a qual saia, ao observar o pequeno público ela logo imaginou que ele estava cantado para recolher dinheiro, ela tirou dez dólares da carteira, e então se aproximou dele procurando pela capa do violão ou por algum chapéu, como não encontrou, ela simplesmente passou pelo público e depositou o dinheiro ao lado do garoto que a olhou sorrindo, ele terminou de tocar e todos o aplaudiram, ele colocou o violão de lado e pegou os dez dólares, Le que estava de pé ao lado do publico, estranhou sua ação, ele veio até ela e estendeu o dinheiro.
-Eu não preciso disso, toco e canto por diversão.
-Ah, eu não sabia. -Ela diz um tanto surpresa. -Desculpe.
-Tudo bem, obrigado mesmo assim. -Ela pega o dinheiro de volta. -Pelo visto você não é daqui, todos em Forks sabem que canto e toco por hobbie.
-Ah, eu me mudei recentemente.
-Entendi...Eu sou Shawn
-Leticia.
-Hum...Nome incomum, sotaque diferente, eu diria que você não é exatamente de Seattle, não é?
-Me pegou no pulo, sou do Brasil, vim fazer intercâmbio com as minhas amigas em Seattle e acabamos nos mudando para Forks há algumas semanas.
-Ah, agora as peças se encaixaram, sua beleza não podia ser daqui.
-Você também é muito bonito
Emmett adentrou na lanchonete já indo em direção a mesa de Edward, ele sentou-se de frente para o irmão e cruzou os dedos sobre a mesa, Ed o olhou de relance com um olhar indecifravel, ele digitou algo no notebook e o virou para Emmett.
-Eu fiz uma pesquisa aqui por Forks, existem apenas quatro mulheres interessadas em serem barrigas de aluguel, seus preços variam muito, mas o mais normal são 110.000 dólares. -Ed diz mostrando no monitor.
-Cento e dez mil? -exclama surpreso -A mulher fica com quanto?
-Normalmente dezoito mil, você já conversou com a Rose? -Emmett franze as sobrancelhas e nega.
-Ela quis deixar essa opção por ultimo, não confia em barrigas de aluguéis e com razão, mas sinceramente essa é a melhor opção para nós, por mais que gastemos muito com isso, a adoção demorara muito tempo e Rose quer ser mãe o mais rápido possivel.
-Se ela já deixou bem claro que a barriga de aluguel é a ultima opção, porque você insiste em procurar uma?
-Por que não deixa de ser uma opção e porque eu sei que Rose irá aceitar daqui algum tempo.
-Vocês se resolveram?
-Sim, bom nós conversamos ontem e ela foi atrás de mim no Tom, transamos e eu acho que estamos bem.
-Onde ela está agora?
-Saiu com a mamãe e Bella.
-Você precisa aprender a respeitar as decisões de Rose, Emmett, é sério.
-Eu respeito.
-Não é o que parece.
-O que desejam? - A garçonete diz parando ao lado da mesa, os irmãos se entreolham e suspiram em seguida fazendo seus pedidos.
As três mulheres Cullen, adentraram na True Value,a loja de artigos para reforma, Esme cismara que iria mudar a sala de estar, de tons pastéis para completamente branco, ainda mais agora que ela comprara o sofá de seus sonhos de dois cantos. Billy Black o dono da loja, surgiu acompanhado de seu filho caçula Seth, conduzindo sua cadeira de rodas, Rose olhava alguns a adesivos para quarto de bebês, pegou um em mãos e seu semblante neutro ficou triste.

-Rose! -Bella diz surgindo por dentre as prateleiras. -Esme quer sua opinião em... -Ela para de falar ao notar o que a cunhada observa. -Rose...
-Eu estou bem -Ela coloca os adesivos de volta e encara a cunhada. -Onde ela está?
-Vem comigo.
Rose segue a cunhada por dentre a loja e encontra a sogra olhando uma paleta de cores, Esme se vira pra Rose e sorri ao notar sua presença, ela mostra a paleta a nora.
-O que você acha de preto e cinza?Estou em dúvida, Billy me mostrou na internet algumas salas com estas cores e ficaram magnificas.
-Ainda mantenho a minha opinião sobre preto e branco -Diz sem animo, Esme vê a tristeza que a aflinge.
-Billy,me dê alguns segundos, sim?Bella, por que você não vai ver aquela tinta para o quarto da Reneesme? -Diz sorrindo forçado.
Os dois se afastaram rapidamente, deixando as duas sozinhas no balcão, Rose continuava séria e Esme agora tinha um semblante neutro no rosto, ela colocou a mão sobre a de Rose, atraindo a atenção da loira para ela.
-Você e Emmett se resolveram ontem?
-Sim.
-E então porque continua desse jeito?
-Disse a ele que lhe daria uma chance para se aproximar de mim de novo, e que teríamos o nosso bebê, eu dei uma olhada nos orfanatos hoje de amanhã, mas o processo judicial é extremamente demorado, e eu quero agilidade, estou começando a considerar a ideia da barriga de aluguel, mas ainda não quero que Emmett saiba.
-Por que não?
-Não quero deixá-lo esperançoso, eu não confio nessas mulheres, por isso a ideia da barriga de aluguel está em ultima opção.
-Mas então entre vocês, está tudo bem?
-Agora sim, nos resolvemos definitivamente. -Rose sorri fraco.
-Desse jeito fico mais tranquila, odeio ver meu filho e você tristes.
-Eu sei Esme.
-O jogo do Shawn será este final de semana, você e Emmett irão estar na cidade ou irão viajar?Você sabe, para espairecer.
-Acredito que iremos estar lá Esme.
-Se precisar desabafar de novo, assim como ontem, saiba que sempre estarei aqui?Ouviu bem?Fico feliz que tenha ajudado você e Emmett ontem.
-A por falar nisso, hoje mesmo eu fui na doutora Angelina cancelar a terapia de casais, ela só estava aumento o problema entre nós.
-Fez bem.
O sino da loja tocou, anunciando a chegada de mais um cliente, e era uma menina, aliás uma mulher, tinha lá entre seus 18 ou 20 anos no máximo, pelo morena, cabelos negros, e olhos castanhos, ela caminhou em passos lentos observando os artigos para reforma, não parecia estar de olho em algo especifico, apenas observando mesmo, a jovem atraiu a atenção de Rose e Esme, que a observaram por alguns instantes, a menina distraida nem percebera, até olhar para frente.



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